17/05/2012 - 17:43

Celebrando a arte no Dia Internacional da Reciclagem

Hoje é o Dia Internacional da Reciclagem e para comemorar o Blog Ekos fez uma seleção de artistas engajados na preservação do meio ambiente por meio da reciclagem. Esses agentes ambientais reutilizam e reaproveitam para confecção de suas obras objetos que geralmente seriam encaminhados para o lixo.

Carla Tennenbaum, por exemplo, criou uma de suas principais invenções artística ao conhecer o material EVA, o Etil-Vinil-Acetato. Quando soube que este produto derivado do petróleo não era reciclável e que quando resíduo ia direto para os aterros sanitários, ela resolveu criar uma nova função para ele e começou a elaborar artesanalmente mandalas em formas de espirais cinéticas. Ainda, a confecção utiliza técnicas especiais de encaixe, sendo livre de qualquer tipo de cola e aglutinadores químicos.

Jeremy Meyer, que utiliza como matéria prima apenas máquinas de escrever, também não é fã de produtos químicos e para montar suas instalações e construir suas estátuas não utiliza colagens e nem soldaduras, apenas parafusos. Seu procedimento de criação é inusitado: ele não faz nenhum rascunho ou pré-projeto. Desmonta 20 máquinas e decide apenas durante o processo o que vai fazer, chegando a trabalhar até 1000 horas por objeto.

Já artista Débora Muszkat com o objetivo de discutir a questão do lixo ambiental gerado pelas indústrias de embalagem, reaproveitou recipientes comerciais de vidro descartados e construiu uma enorme aranha de 4m de largura e 1,5m de altura.

Nos Estados Unidos esse reaproveitamento de materiais que converte lixo em arte também é conhecido com Upcycling. Um dos expoentes dessa moda é o artista Rick Ladd, que já reciclou milhares de tampas de garrafas para as suas famosas peças esculturais em estilo rococó.

Além do Dia Internacional da Reciclagem, hoje também é celebrado o Dia Internacional da Tecnologia. Para essa dupla comemoração, o Blog Ekos escolheu as obras de Jason Mecie, que utiliza o lixo eletrônico criando quadros ímpares de artistas e famosos contemporâneos, como esse da Lady Gaga.

Fonte e fotos: Jason Mecie /Rick LaddDébora Muszkat /Jeremy Meyer /Carla Tennenbaum

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16/05/2012 - 15:27

Instalações transformam vilarejo em galeria ecológica de arte


Um vilarejo de Taiwan surpreendeu seus moradores: uma tigela gigante e dois hashis apareceram no meio dos pântanos da região, formas estranhas e coloridas começaram a crescer no telhado de uma casa abandonada, reproduções de cadeias alimentares surgiram nos muros da cidade. De um dia para o outro, diversas aparições intrigantes começaram a pipocar por Cheng Long, uma vila de pescadores no sudoeste do país.

Essas diferentes instalações, na verdade, são manifestações ecoartísticas do projeto internacional ‘O que há para o jantar?’, organizada pela curadora Jane Ingram Allen. Todas elas são confeccionadas com materiais reciclados e naturais e focadas em temas ambientais relacionados à alimentação, em especial na produção de frutos do mar, principal meio de subsistência da comunidade.

A tigela gigante, feita de bambu reciclado e corda, é uma reflexão sobre mudanças climáticas, chamando atenção para a transformação das áreas de campos de arroz em pântanos, o que afeta a alimentação humana e animal. Já a casa abandonada faz parte da peça “Espécies Invasoras”, que cria um crochê feito de sacolas plásticas velhas para representar a propagação perigosa tanto de plantas e animais não-nativos, quanto do próprio lixo plástico. A peça “Cadeia Alimentar”, representada em um muro com um mosaico feito de conchas de moluscos reciclados, entre outros importantes produtos alimentares da região, ilustra os ciclos dos frutos do mar, desde suas origens até a transformação de suas cascas em resíduos.

No total, seis obras foram instaladas de 180 propostas enviadas do mundo todo. O critério de seleção foi baseado no compromisso ambiental dos artistas: as instalações deveriam incorporar materiais naturais da região, utilizar técnicas que não agredissem o meio ambiente e ajudar a melhorar o habitat para a vida selvagem. Durante a elaboração das peças, os artistas viveram na Vila Cheng Long e trabalharam junto aos adultos e crianças da comunidade.

Fonte: Art Project 4 Wet Land

Fotos: © Jane Ingram Allen

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15/05/2012 - 17:03

Computador biológico: combinando tecnologia e botânica


O americano Mike Schropp começou a juntar peças de lixo eletrônico em seu porão para construir um novo modelo de computador. Ele estava procurando um projeto que conciliasse suas três paixões: tecnologia, natureza e o filho de cinco anos. Desmontando e remendando aqui e de lá, ele foi construindo aos poucos um computador biológico, que utiliza o calor gerado pelo aparelho para cultivar trigo.

Além de uma invenção ecológica, Mike queria construir algo que o seu filho pudesse utilizar para aprendizagem e experimentos. Assim, montou um mecanismo de fácil compreensão visual, que mostra como o calor produzido pelos componentes internos aquece o solo depositado em tubos, ajudando na germinação e crescimento da planta. A estética também foi um motivador. Para ele, trazer cor ao seu porão e trazer vida à tecnologia, que segundo ele, é composta quase que somente por plásticos e metal, foi inspirador.

Como não é formado em botânica e não tinha nenhuma experiência na área, ele teve que aprender tudo sozinho. Com muita pesquisa e leitura online, pesquisou páginas e páginas de artigos e estudos de diferentes universidades sobre os efeitos da temperatura do solo nos processos de germinação. Considerando esses valores, escolheu como a opção mais adequada a “grama de trigo”. E deu certo, a planta cresceu verde e forte. Sem contar que todo o projeto custou 20 reais. Os papéis se inverteram e agora o experimento de Mike está sendo estudado por botânicos como uma nova opção de estufa.

Fonte: Total Geek DomTreeHugger

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14/05/2012 - 16:58

Gaia Soda: o refrigerante sustentável, orgânico e natural

Um novo refrigerante chegou ao mercado. Orgânicos e naturais, os xaropes Gaia Soda estão tentando estabelecer novos padrões no consumo sustentável. Suas embalagens foram desenhadas especificamente para que os consumidores possam facilmente reabastecê-las. Para começar, o preço é acessível, uma vez que tabelado no comércio justo, um dos pilares da sustentabilidade econômica e ecológica. Além disso, a empresa elaborou uma logística de atendimento que permite que o refil seja realizado perto de casa, sem que o uso de automóveis seja necessário.

Sob o lema ‘Verde não é apenas uma ideia, mas um estilo de vida’, o objetivo do grupo é reduzir as emissões de carbono e o uso de materiais, como o plástico e o alumínio. Em seu site, o grupo norteamericano mostra como reduzir o consumo de uma lata de refrigerante por semana e facilitar o reabastecimento local podem impactar positivamente o meio ambiente, especialmente em um país como os Estados Unidos que consome 80 bilhões de latas de alumínio por ano, além dos 207 milhões de litros de combustível para transportá-las.

Os refrigerantes da marca também podem ser produzidos em casa: você compra o xarope e o gás separadamente nas lojas. Depois, nos mesmos lugares de venda, é possível abastecer o cartucho com o gás quantas vezes forem necessárias. A cada vez que se faz o refrigerante em casa, economiza-se em dinheiro e transporte. O xarope da Gaia Soda não contém pesticidas, conservantes, nem sabores ou cores artificiais. Seu concentrado é feito de frutas frescas orgânicas ao invés de xarope de milho. A sustentabilidade chegou até mesmo à linha Diet, que para adoçar utiliza o Stevia, um extrato vegetal, ao invés de sacarinas artificiais.

Fonte: Gaia Soda / Tree Hugger

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11/05/2012 - 17:48

Presenteie uma mãe com água limpa

Neste Dia das Mães, além de pensar na sua própria, aproveite para ajudar uma outra mãe que precise da sua ajuda. Esse é o convite da ONG Water.org, uma entidade sem fins lucrativos que procura encontrar soluções criativas para que todas as pessoas do mundo possam ter acesso a água potável e saneamento básico.

Segundo a organização, todos os dias, mulheres pobres em todo o planeta gastam cerca de 200 milhões de horas apenas para coletar água para suas famílias – tempo que não podem passar com seus filhos e nem utilizar para trabalhar e gerar renda.

Para mudar esse cenário, a Water.org criou um cartão personalizado para o Dia das Mães, que está sendo vendido pelo site da ONG. Para comprar um (via cartão de crédito e pela quantia que você quiser e puder doar), basta enviar uma foto da sua mãe pelo sistema, escolher um fundo bem bonito entre as opções e escrever uma mensagem para essa pessoa tão especial na sua vida.

Assim, sua mãe recebe sua homenagem por e-mail e ainda vai ficar orgulhosa de saber que tem um(a) filho(a) que faz a sua parte para vivermos em um planeta melhor!

Para se ter uma ideia de como cada doação faz diferença, calcula-se que 25 dólares sejam o suficiente para que uma pessoa tenha acesso a água limpa por toda a sua vida.

Através do empoderamento de comunidades locais e do pensamento coletivo para a busca de soluções, até agora, a organização já contribuiu para que um milhão de indivíduos tivessem água limpa para beber.

Assista ao vídeo (em inglês)

Jodie Foster: Para as mães, a crise de água é um caso pessoal. Elas lutando para conseguir prover água para suas famílias. Elas encaram uma escolha impossível: a certeza da morte com a falta de água ou a possibilidade da morte por doença ao tomar uma água contaminada.

Essas mães estão trabalhando para criar uma vida mais digna. Elas são mulheres são inspiradoras. Seus esforços permitem que suas crianças frequentem as escolas, que aprendam e que sonhem.

Com quase um bilhão de pessoas sem acesso à água limpa, ainda tem muito mais trabalho a ser feito. No site water.org nós estamos unindo a força dessas mulheres, ajudando-as ter acesso à água potável.

Essa crise tem solução, então participe e ajude a empoderar mais mulheres a ajudar suas famílias: porque elas não estão tentando mudar o mundo, mas elas vão.

Matt Damon: Vamos honrar as nossas mães e dar elas esse presente: a água potável.

Nesses dias das mães, mais de 4 mil mulheres vão perder uma criança devido a doenças congênitas relacionadas à poluição da água. Isso é um absurdo e não tem que ser assim. Por apenas 25 dólares você pode salvar essa criança. Por favor, junte-se a nós no water.org e nós poderemos impedir isso.

Honre a sua mãe, honre uma outra pessoa.

Via GOOD
Water.org

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10/05/2012 - 10:42

Internet WiFi de graça para quem coletar cocô de cachorro

Não existe nada mais desagradável do que encontrar um cocô de cachorro na calçada ou pisar em um enquanto você caminha pelo parque, não é mesmo? E esse não é um problema exclusivamente brasileiro. Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que sejam produzidas 10 milhões de toneladas de cocô de cachorro por ano, sendo que 40% delas não são recolhidas pelos donos.

Pensando em incentivar a coleta de cocô dos pets, a agência mexicana DDB, em parceria com o Portal Terra do México, criou a Poo WiFi, uma lixeira especial que libera internet sem fio gratuita para o local onde é instalada, sempre que alguém deposita nela as fezes de seus animais.

Quanto mais cocô de cachorro é depositado ali, mais tempo dura a conexão, que é acionada de acordo com o peso dos resíduos calculado pela lixeira. O sistema já funciona em dez parques públicos da Cidade do México.

Quem diria que, um dia, um cãozinho ia ajudar um ser humano a mandar um e-mail urgente, hein?

Veja a Poo WiFi em funcionamento!

Via: HuffPost Living

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09/05/2012 - 11:34

Pimp My Carroça: tirando os catadores da invisibilidade

O projeto Pimp My Carroça é uma ação social, sustentável e artística que atenderá 50 catadores de material reciclável de São Paulo. Em inglês ‘pimp’ é uma gíria que quer dizer ‘envenenar’ ou ‘tunar’ um carro. O nome é uma brincadeira com os programas de televisão que envenenam os automóveis, transformando carros velhos em máquinas potentes. No projeto, a proposta é transformar artisticamente (‘pimpar’) o instrumento de trabalho dos catadores, os tirando da invisibilidade.

A ideia do criador do projeto, Mundano, é através do grafite dar mais cor, alegria, reconhecimento e segurança a esses trabalhadores. Ele, que acredita na arte como um instrumento de revolução social, já ‘pimpou’ mais de 150 carroças pelo mundo. O projeto visa trazer um novo significado ao que quer dizer ser um catador, provendo a eles uma nova imagem: a de agentes ambientais, uma vez que são responsáveis pela coleta de 90% dos resíduos destinados à reciclagem em São Paulo.

O ‘Pimp my Carroça’ propõe uma ação que pintará dezenas de carroças em uma espécie de Pit Stop, em que o equipamento passará por uma reforma estrutural, receberá itens de segurança para o trânsito e ganhará uma completa reforma visual feitas por reconhecidos artistas do mundo do grafite. Enquanto o trabalho é feito, o catador passará por uma assistência completa, ganhando uma camiseta do projeto, alimentação, consulta com médico clínico geral, oftalmologista e psicólogo, e por fim, fará a apresentação da sua carroça na Carroceata, uma exposição ambulante que acontecerá no final da ação com todas as obras.

“Fico imaginando a carroceata com centenas de catadores sorridentes, com o tanque cheio de combustível, saúde em dia e com suas carroças totalmente pimpadas com itens de segurança e com arte de qualidade. Mas meu sonho mesmo é que o ‘Pimp my Carroça seja um marco histórico que servirá para questionar e mudar o descaso da sociedade em relação aos catadores e o destino de incontáveis toneladas de materiais recicláveis que desperdiçamos diariamente”, declarou Mundano sobre o projeto.

Só que para que o Pimp My Carroça saia do papel, o projeto precisa da sua ajuda. Você pode doar uma quantia em dinheiro no site Catarse ou auxiliar na arrecadação dos materiais necessários para sua realização. Saiba como colaborar no site do Catarse.

Fonte: Catarse – Pimp My Carroça

Fotos: Facebook Mundano

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08/05/2012 - 11:30

Saia na Noite: utilizando as bicicletas no empoderamento feminino

Não só uma alternativa sustentável de transporte, mas uma ferramenta que recupera a autoestima das mulheres, ensinando-as a terem confiança em si mesmas. É esse o conceito de andar de bike para fundadora do grupo Saia na Noite, Teresa D’Aprile. Com a iniciativa de ensinar as mulheres a andar de bicicleta na tumultuada São Paulo, o movimento realiza com elas praticamente um processo terapêutico, incentivando-as a superarem seus próprios limites.

Todas as terças-feiras de noite, há mais de 20 anos, elas se reúnem em suas magrelas, percorrendo sempre diferentes caminhos. Uma maneira de trazer para mais perto das participantes a vida dos bairros onde vivem, facilitando, assim, o processo de independência feminina e a quebra do medo de pedalar, sempre de um modo descontraído.

Para Teresa, andar de bicicleta levanta o astral das mulheres, é bom para a cabeça e para o físico, além de quebrar um preconceito que ainda percorre as ruas da cidade: mulher não anda de bike. Um de seus principais objetivos quando fundou o grupo.

O projeto Saia na Noite oferece diversos serviços, desde aulas que ensinam como aperfeiçoar as técnicas de condução, utilizar corretamente as marchas, dominar técnicas de segurança no trânsito, até assessoria em como comprar a bicicleta correta para você. Dicas, palestras, passeios: tem de tudo um pouco. Capacete, luzes refletoras, roupas de cores vibrantes: tudo o que você precisa saber para ‘ficar de salto alto’ no trânsito. É possível encontrar até mesmo um glossário ilustrado com as principais peças da bicicleta, para não faltar vocabulário no passeio. E sempre focado no público feminino, claro.

Fonte e fotos: Saia na Noite

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07/05/2012 - 11:30

Conheça os óculos de sol feitos de bambu

A novidade agora são as molduras de óculos de alta qualidade feitas à mão com bambu. O modelo, batizado de Bambuya, é considerado uma inovação verde, pois antes dele as soluções encontradas com materiais naturais para a composição de óculos não eram tão sustentáveis e nem tão econômicas.

O uso do bambu como matéria-prima tem vantagens especiais e ecologicamente positivas: além da força e flexibilidade do material, é a planta que cresce mais rapidamente do mundo, chegando em alguns casos a crescer até 99 centímetros em apenas um dia, oferecendo assim uma opção de utilização de recursos naturais altamente renováveis.

A marca também tem parceria com o programa American Forests’ Global ReLeaf, que já plantou 40 milhões de árvores em mais de 30 países ao redor do mundo, procurando restaurar ecossistemas florestais em áreas desmatadas. Assim, na compra de um par de óculos, você também recebe um ‘Certificado de Autenticidade’, documento que garante que, para cada par vendido, uma árvore será plantada.

Com cor escura ou clara, o design utilizado para confeccionar as armações remete às formas da própria haste do bambu. Com metade do peso dos convencionais, os diferentes modelos de Bambuya serão artesanais e com reprodução limitada. Incluso em todos os pedidos também virá um estojo feito sob medida com troncos de bambu.

Fonte: Ecotícias

Fotos: Bambuya

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04/05/2012 - 11:31

Casa Arco: destaque da Arquitetura Sustentável

Os inventores da Casa Arco queriam revolucionar os modelos de habitação. Queriam um modelo que fosse ecológico, sustentável e economicamente viável ao mesmo tempo. A partir de um sistema modular de tubos de aços dobrado, eles criaram uma casa ambientalmente sensível, bonita, funcional, adaptável e acessível às pessoas.

Projetada para ter uma estrutura leve, a casa pesa somente 1.300 kg e pode ser construída em apenas algumas horas. Por isso, também é ideal para suprir os problemas de moradia em casos de desastres naturais. Mas a invenção vai além de ser um abrigo temporário, podendo ser usada em comunidades com maiores desafios habitacionais ou para construção de residências universitárias e casas de veraneio.

Na verdade, até mesmo famílias podem optar pela Casa Arco, pois se ela parecer demasiadamente pequena é sempre possível adicionar um módulo para ampliá-la. E um mesmo módulo pode se transformar em quarto, sala ou até mesmo cozinha. Como o custo de produção e montagem é baixo, não seria difícil aumentar a propriedade quando necessário.

Um dos destaques do projeto é o seu desenho curvilíneo, feito especialmente para que a casa fique envolta na paisagem, fazendo com a moradia se torne parte dela e não se caracterize como uma ruptura. A ideia é criar uma construção orgânica à natureza, que funcione junto a ela e não separadamente. A casa, que é feita com materiais recicláveis, tem sistema de captação de energia solar com painéis fotovoltaicos no teto e uma estrutura de ventilação ecológica que permite refrigeração natural do ambiente. Todos esses fatores colaboram para que Casa Arco, com a sua baixíssima pegada ecológica, seja um exemplo a ser seguido de arquitetura sustentável.

Fonte: Hypeness e BikeArc

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